Essas imagens são do Arraial Flor do Maracujá, uma festa típica que acontece em Porto Velho/RO no mês de junho. Nessa festa tem o Boi Bumbá, serpentes gigantes, curupiras, caaporas, matita perê, entre outras representações do folclore regional e nacional.
domingo, 30 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Eu sou Cuba!!
O Brasil e Cuba
Publicidade e propaganda cubana
Não há em Cuba “outdoor” com propagandas de produtos de consumo, mas em compensação há várias placas com campanhas ideológicas, palavras de ordem e homenagens aos mártires da pátria cubana. Uma das primeiras coisas que me chamou a atenção quando desembarquei na ilha. Nessa o presidente Raúl Castro conclama a população a se unir para enfrentar a crise mundial, que reduziu drasticamente as divisas da ilha, e nesse momento passa por racionamento até de papel higiênico.
Uma dica para aqueles que pretendem passear pelas terras cubanas: levar uma cópia colorida do passaporte, tendo em vista que isso já é suficiente para apresentar diante das autoridades policiais, caso seja solicitado em suas caminhadas noturnas. Na maioria das cidades em Cuba, o viajante terá dificuldade de encontrar uma máquina que faça cópia colorida, por isso é melhor já levar do Brasil.
sábado, 27 de junho de 2009
"Taki Ongoy" - Letra Victor Heredia
Caera en la tierra una lluvia sin fin,
Un gran dilúvio que apague el dolor!
De tanta muerte y desolacion y fertilice nuestra rebelion!
Ya nos quitaron la tierra y el sol, nuestra riqueza y la identidad.
Solo les falta prohibirnos llorar Para arrancarnos hasta el corazon!
Grita conmigo, grita taky ongoy!!!
Que nuestra raza reviva en tu voz.
Grita conmigo grita taky ongoy!!!
Que nuestra américa es índia y del sol
Creo en mis dioses, creo en mis huacas Creo en la vida y en la bondad,
De viracocha, creo en el “inti pachacamay”.
Como mi charqui, tomo mi chicha.
Tengo mi coya, mi cumbi, lloro mis maikis,
Hago mi chuño y en esta pacha quiero vivir!!!
Durante o curso de História/UEL descobri a parceria perfeita entre a Fotografia e a Antropologia, um instrumento sempre completando o outro, a razão na busca de uma imagem associada à compreensão da mesma. Por sorte, tive como professor de Antropologia o inquieto Profº. Drº.. Celso Bezerra, que tinha uma enorme paciência em explicar detalhadamente a evolução dos estudos antropológicos, bem como o desenvolvimento de novas metodologias de pesquisas de campo. Do clássico “Os argonautas do Pacífico Ocidental”, de Malinowski, até os “Tristes Trópicos” de Claude Lévi-Strauss, realizamos incontáveis debates naquelas frias manhãs londrinas. Claro, tudo isso sempre acompanhado de boas doses de café amargo.