domingo, 12 de junho de 2011

Teatro Amazonas

Manaus é uma metrópole encravada no meio da Floresta Amazônica. Um dos maiores símbolos da capacidade dos colonizadores portugueses de enfrentar a inóspita selva, vencer os obstáculos impostos pela majestosa natureza. Em quatro anos a capital amazonense mudou, novas praças, destaque para a praça Senador Jeferson Perez, novos viadutos, reurbanização de áreas de palafitas. A capital se prepara em ritmo acelerado para a Copa do Mundo.

Monumento à Abertura dos Portos às Nações Amigas - Manaus/AM

Rio Branco/AC

Uma valsa ébria em um show sertanejo em Rio Branco/AC, combinada com atuação irreparável em jogos de tabuleiro em plena Sexta-feira Santa. Forma-se a “Equipe Heineken”, de intenções sóbrias e criatividade inabalável. Alguém consegue apagar todas as fotografias da máquina fotográfica. Aquela foto, justamente aquela foto da placa “Bem vindo ao Acre”. Maldito mundo digital. Isso não importa, pois as boas coisas da vida sempre ficarão na memória. Importa sim, e quem fez isso, assim como nos tempos de adolescente, nos jogos estudantis, vai levar pasta na cara. Tomar uma cerveja na beira do rio Acre e admirar a beleza dessa cidade tão bem organizada e que com orgulho valoriza o que os acreanos denominaram de “Florestania”, que é o exercício da cidadania e o desenvolvimento social respeitando a Floresta Amazônica. O Acre existe e é do Brasil.

Passarela Joaquim Macedo - Rio Branco/AC

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Taki Ongoy

Caera en la tierra
Una lluvia sin fin
Un gran diluvio
Que apague el dolor, oh! oh!
De tanta muerte y desolacion
Y fertilice nuestra rebelion

Ya nos quitaron
La tierra y el sol
Nuestra riqueza y la identidad
Solo les falta prohibirnos llorar
Para arrancarnos,
Hasta el corazon.

domingo, 17 de abril de 2011

Grita conmigo
Grita taky ongoy
Que nuestra raza
Reviva en tu voz.

Grita conmigo
Grita taky ongoy
Que nuestra america
Es india
Y del sol

Creo en mis dioses
Creo en mis huacas
Creo en la vida y en la bondad
De viracocha
Creo en el inti Pachacamay.
Como mi charqui
Tomo mi chicha
Tengo mi coya, mi cumbi
Lloro mis maikis
Hago mi chuño
Y en esta pacha quiero vivir

domingo, 19 de setembro de 2010

Tempo de Bufões.... Tempo de Bufões...


Chove em Porto Velho. A água leva o velho, mas nem sempre traz o novo. Antiquados hábitos, desbotados desejos. Talvez esse clima ameno tenha trazido à tona recordações de distantes terras londrinas, onde o fog da meia noite não conseguia esconder as malícias das intenções, as inquietações das almas atormentadas e os insanos pensamentos de garotos esquecidos.

"Black/white movie on the TV makes me remember..."


 “My mind turns around the city...”, já diria aquela canção, que tocava naquele vinil em uma vitrola no bar do seu Donizete, mais conhecido como Potiguá. Meus pensamentos vagos continuam rodando pela cidade, mas não apenas por Londrix, mas em cada parada incerta, em cada quarto apertado de hotéis baratos e em cada cama desarrumada, resultado de noites mal dormidas, sono perturbado pela realidade dos fatos e consciência dos atos.

"Todas as palavras abstratas carecem de significado". Mr. Burroughs.

Os livros de Jack Kerouac e William Burroughs continuam sendo os melhores companheiros, a antiga, mas sempre contemporânea inspiração. Claro, tudo isso combinado com aquele whisky de origem duvidosa, anfetaminas baratas e mulheres fáceis.

"Não nos damos conta de até que ponto a história é ficção. O passado em grande parte é uma invenção dos vivos. E a história é um montão de coisas fabricadas. Não há fatos de verdade." Mr. Burroughs.



"Baby, o bolo queimou!!! Eu comi as peças de xadrez..."


“Walking on the city baby, eu continuo walking on the city, tudo o que eu faço sem você, walking on the city… ”. Atiraram no dramaturgo, no Mario Bortolloto. Já faz um tempo. Certas coisas levam um tempo para se entender. Certas coisas levam um tempo para se tentar entender. Alguém certa vez pegou um avião e atravessou o Brasil para me encontrar, ou para me condenar. Sei lá, agora isso já não faz tanta importância. Meus maus hábitos seriam frutos de intervenções espirituais que teriam como finalidade alimentar almas malévolos que perambulam pela terra e que se alimentam de energia negativa, que é produzida por pessoas tortas como eu. Que medo!!! Nunca mais consegui dormir com a luz apagada.

"Florestas do Norte, cidades do Sul..."


Maybe this is the final line of this lonely man...maybe this is the final line...

"Babando pro velho hidrandte, nos velhos filmes de Laurel & Hardy, ou será que cê tá levando um lero com as freiras nas exposições de porcelana com as corujas que frequentam coquetéis... eu continuo walking on the city, porque tudo o que eu faço sem você é... walking on the city, baby!!! sentimentos…sentimentos…


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Cordilheira's Loneliness

Desperado – Mr. Cash

Desperado, why don't you come to your senses?
You been out ridin' fences for so long now.
Oh, you're a hard one!!!
But I know that you've got your reasons.
These things that are pleasin' you,
Can hurt you somehow.

Desperado, oh, you ain't gettin' no younger:
Your pain and your hunger, they're drivin' you home.
And freedom, oh freedom…
Well, that's just some people talkin'
Your prison is walking,
Through this world… all alone!!!

Desperado, why don't you come to your senses?
Come down from your fences, and open the gate
It may be rainin', but there's a rainbow above you,
You better let somebody love you,
You better let somebody love you,
You better let somebody love you,
Before it's too late.

El Alto - Bolívia


Os bons jornalistas além de técnica devem ter sorte. Estar ali, no local certo na hora certa. Cada piscada é um click, uma imagem, uma notícia, um fato histórico. E nesse sentido, Cron sempre foi benevolente com este mero mortal. Em fevereiro de 1989, eu estava na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, “e lá tinha Revolução, enfrentei fortes bataias”, como na música do Pena Branca & Xavantinho, "Cuitelinho". Acho que peguei gosto pela coisa.

Santa Cruz de La Sierra - Bolívia


Dos en la ciudad – Señor Paez

Nos encontramos en la calle
Yo diría, casualidad...
Aún conservaba esa mirada,
ese garbo, ese swing, ese charme.
Venía super colocada
su sonrisa, sí, era algo especial
cuando me dio la cachetada,
puso las cosas en su lugar.
Luego me abrió su boca,
como la libertad!!!
Tomamos unas copas
y en el bar se echó a llorar.

El tiempo pasó,
fuimos ella y yo
dos en la ciudad.

Cordilheira dos Andes - Bolívia


Me preguntó cómo había sido,
cómo fué que elegí partir?
Si había tenido algunos hijos,
y si alguna vez fuí tan feliz?
Le pregunté si estaba sola?
Ella si que sabía fingir.
Que ingenuidad!!!
No era una boba,
era el mismo monte Sinaí.

Pasó, pasó,
pasó nuestro cuarto de hora.
Pasó, pasó,
pero aún sabíamos reir.
Se nos pasó,
la noche entre el whisky y la coca.
Se nos pasó...

La Paz - Bolívia


Cerca de la revolución – Señor Garcia

Por que no vienes hasta mí?
Porque no puedo amarte!!!
Por que no vienes hasta mí?
Porque cambias como el sol!!!
Por que eres tan distante?
Porque no cambias como el sol...

Cerca de la revolución,
el pueblo pide sangre!!!
Cerca de la revolución,
yo estoy cantando esta canción,
que alguna vez fue hambre.

La Paz - Bolívia

domingo, 13 de junho de 2010