domingo, 12 de junho de 2011
Teatro Amazonas
Rio Branco/AC
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Taki Ongoy
domingo, 17 de abril de 2011
domingo, 19 de setembro de 2010
Tempo de Bufões.... Tempo de Bufões...
Chove em Porto Velho. A água leva o velho, mas nem sempre traz o novo. Antiquados hábitos, desbotados desejos. Talvez esse clima ameno tenha trazido à tona recordações de distantes terras londrinas, onde o fog da meia noite não conseguia esconder as malícias das intenções, as inquietações das almas atormentadas e os insanos pensamentos de garotos esquecidos.
"Black/white movie on the TV makes me remember..."
“My mind turns around the city...”, já diria aquela canção, que tocava naquele vinil em uma vitrola no bar do seu Donizete, mais conhecido como Potiguá. Meus pensamentos vagos continuam rodando pela cidade, mas não apenas por Londrix, mas em cada parada incerta, em cada quarto apertado de hotéis baratos e em cada cama desarrumada, resultado de noites mal dormidas, sono perturbado pela realidade dos fatos e consciência dos atos.
"Todas as palavras abstratas carecem de significado". Mr. Burroughs.
Os livros de Jack Kerouac e William Burroughs continuam sendo os melhores companheiros, a antiga, mas sempre contemporânea inspiração. Claro, tudo isso combinado com aquele whisky de origem duvidosa, anfetaminas baratas e mulheres fáceis.
"Não nos damos conta de até que ponto a história é ficção. O passado em grande parte é uma invenção dos vivos. E a história é um montão de coisas fabricadas. Não há fatos de verdade." Mr. Burroughs.
"Não nos damos conta de até que ponto a história é ficção. O passado em grande parte é uma invenção dos vivos. E a história é um montão de coisas fabricadas. Não há fatos de verdade." Mr. Burroughs.
"Baby, o bolo queimou!!! Eu comi as peças de xadrez..."
“Walking on the city baby, eu continuo walking on the city, tudo o que eu faço sem você, walking on the city… ”. Atiraram no dramaturgo, no Mario Bortolloto. Já faz um tempo. Certas coisas levam um tempo para se entender. Certas coisas levam um tempo para se tentar entender. Alguém certa vez pegou um avião e atravessou o Brasil para me encontrar, ou para me condenar. Sei lá, agora isso já não faz tanta importância. Meus maus hábitos seriam frutos de intervenções espirituais que teriam como finalidade alimentar almas malévolos que perambulam pela terra e que se alimentam de energia negativa, que é produzida por pessoas tortas como eu. Que medo!!! Nunca mais consegui dormir com a luz apagada.
"Florestas do Norte, cidades do Sul..."
Maybe this is the final line of this lonely man...maybe this is the final line...
"Babando pro velho hidrandte, nos velhos filmes de Laurel & Hardy, ou será que cê tá levando um lero com as freiras nas exposições de porcelana com as corujas que frequentam coquetéis... eu continuo walking on the city, porque tudo o que eu faço sem você é... walking on the city, baby!!! sentimentos…sentimentos…
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Cordilheira's Loneliness
Desperado – Mr. Cash
Desperado, why don't you come to your senses?
You been out ridin' fences for so long now.
Oh, you're a hard one!!!
But I know that you've got your reasons.
These things that are pleasin' you,
Can hurt you somehow.
Desperado, oh, you ain't gettin' no younger:
Your pain and your hunger, they're drivin' you home.
And freedom, oh freedom…
Well, that's just some people talkin'
Your prison is walking,
Through this world… all alone!!!
Desperado, why don't you come to your senses?
Come down from your fences, and open the gate
It may be rainin', but there's a rainbow above you,
You better let somebody love you,
You better let somebody love you,
You better let somebody love you,
Before it's too late.
El Alto - Bolívia
Os bons jornalistas além de técnica devem ter sorte. Estar ali, no local certo na hora certa. Cada piscada é um click, uma imagem, uma notícia, um fato histórico. E nesse sentido, Cron sempre foi benevolente com este mero mortal. Em fevereiro de 1989, eu estava na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, “e lá tinha Revolução, enfrentei fortes bataias”, como na música do Pena Branca & Xavantinho, "Cuitelinho". Acho que peguei gosto pela coisa.
Santa Cruz de La Sierra - Bolívia
Dos en la ciudad – Señor Paez
Nos encontramos en la calle
Yo diría, casualidad...
Aún conservaba esa mirada,
ese garbo, ese swing, ese charme.
Venía super colocada
su sonrisa, sí, era algo especial
cuando me dio la cachetada,
puso las cosas en su lugar.
Luego me abrió su boca,
como la libertad!!!
Tomamos unas copas
y en el bar se echó a llorar.
El tiempo pasó,
fuimos ella y yo
dos en la ciudad.
Cordilheira dos Andes - Bolívia
Me preguntó cómo había sido,
cómo fué que elegí partir?
Si había tenido algunos hijos,
y si alguna vez fuí tan feliz?
Le pregunté si estaba sola?
Ella si que sabía fingir.
Que ingenuidad!!!
No era una boba,
No era una boba,
era el mismo monte Sinaí.
Pasó, pasó,
pasó nuestro cuarto de hora.
Pasó, pasó,
pero aún sabíamos reir.
Se nos pasó,
la noche entre el whisky y la coca.
Se nos pasó...
La Paz - Bolívia
Cerca de la revolución – Señor Garcia
Por que no vienes hasta mí?
Porque no puedo amarte!!!
Por que no vienes hasta mí?
Porque cambias como el sol!!!
Por que eres tan distante?
Porque no cambias como el sol...
Cerca de la revolución,
el pueblo pide sangre!!!
Cerca de la revolución,
yo estoy cantando esta canción,
que alguna vez fue hambre.
domingo, 13 de junho de 2010
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